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Artigos - Revista Sophia

Universo: Acaso ou Desígnio

A questão premente há muito debatida por teólogos, filósofos e cientistas é se a existência de vida indica desígnio inteligente – talvez a mão de um Ser Supremo – ou se a vida evoluiu por processos ao acaso. Até recentemente biólogos argumentavam que a complexa cadeia de mudanças evolutivas que dão origem à vida e à consciência não poderia ser repetida. Atualmente inúmeras descobertas desafiam esse ponto de vista.

Relembrando seus dias de aluno nos anos 1960, Paul Davies, autor de The MindofGod e The OriginofLife, observou que naquela época a origem da vida era "considerada como um improvável acidente químico que se fosse o acaso o responsável, então certamente que a vida [na Terra] seria única". A alternativa, em suas palavras, é que "a vida deve estar escrita nas leis da Natureza e surge mais ou menos automaticamente na maioria dos planetas semelhantes àTerra". Isso representa uma mudança significativa na atitude científica nas décadas recentes.

O que produziu esta mudança? Primeiramente, houve a descoberta deprimitivas formas de vida fossilizada nos primórdiosda história da Terra. A seguir houve a descoberta de organismos vivos em locais bastante improváveis, tais como no arenito no interior da terra, e escapes térmicos ascendentes extremamente quentes nas profundezas do oceano. Agora parece que uns poucos elementos químicos simples, água, e uma fonte de energia como o calor ou a energia química, são tudo que é necessário para gerar vida. Até mesmo a luz do sol não é necessária para que algumas formas de vida existam.

Como é sabido que esses prerrequisitos existem nas nuvens de gás no espaço interestelar, algumas pessoas têm especulado que a vida poderia ter-se originado lá e chegado à Terra transportada por cometas ou meteoritos. No entanto, as nuvens de gás espaciais são extremamente frias, e presumia-se que qualquer água estaria sob a forma de cristais de gelo que não conseguem sustentar a vida. Contudo, experiências recentes na Terra descobriram que, nas temperaturas que ocorrem no espaço, o gelo torna-se amorfo, perdendo sua estrutura cristalina. Isso levou à conclusão de que "em sua forma interestelar, o gelo oriundo da água pode abrigar o tipo de compostos orgânicos simples dos quais surgiu a vida – e pode até mesmo encorajar sua formação. Como resultado, esse gelo interestelar pode ter desempenhado um papel intrínseco na origem da vida, e já que é destas nuvens que são criados novos sistemas planetários, é razoável esperar-se que todos os novos planetas devam conter algo desse material pousando sobre eles".

Também tem havido progresso significativo no fronte teórico. Há muito se considera como causa pacífica o fato de que a evolução da vida, incluindo a evolução de seres humanos inteligentes, só pode ocorrer como resultado do processo darwiniano de seleção natural agindo ao longo do tempo sobre uma multiplicidade de mudanças ao acaso. Porém, a moderna teoria da complexidade demonstrou que parte deste processo consiste de mudanças bastante rápidas até um nível de ordem mais elevado. O proeminente teórico da complexidade StaurtKaufmann, em seu livro At Home in theUniverse, argumenta que "a seleção natural sempre teve uma criada" nas leis da complexidade, o que o levou a concluircom relação à humanidade: "Não somos produtos do acaso, mas sim aqueles que eramesperados". De modo semelhante, o destacado paleobiólogoSimon ConwayMorris, da Universidade de Cambridge, argumenta em seu livro recente que o grande tapete da evolução não é imprevisível e mostra os mesmos padrões emergindo repetidamente (Life'sSolution– InevitableHumans in a LonelyUniverse). Exemplos excelentes desta convergência evolutiva são o desenvolvimento do olho, do cérebro e dos sofisticados sistemas de comunicação. ConwayMorris argumenta que sendo assim a evolução que leva aos seres humanos é inevitável.

Descobertas progressivas ao longo do último século ampliaram nossos horizontes além do nosso sistema solar e da enorme quantidade de estrelas na "Via Láctea", até as mais distantes galáxias que nossos telescópios conseguem detectar. O conceito de um universo projetado para a vida deve certamente incluir a universalidade da vida ao longo de todo o vasto universo. Durante muitos anos os cientistas estiveram engajados na busca de inteligência extraterrestre (o projeto SETI), procurando ouvir possíveis sinais de rádio oriundos de civilizações em planetas invisíveis associados a estrelas distantes. As observações astronômicas mostraram até agora que se pode inferir que mais de cem estrelas tenham planetas, mas que em sua maioria são atípicos do nosso sistema solar. Os grandes e novos telescópios espaciais são planejados para expandir a busca por planetas semelhantes àTerra, e investigar ambientes potencialmente favoráveis à  vida.

Atualmente os físicos reconhecem que as leis fundamentais estão harmonicamente sintonizadas para permitir a evolução de um universo no qual a vida orgânica possa desenvolver-se. Mesmo variações menores resultariam num universo que teria evoluído de maneira muito diferente e a vida como a conhecemos teria sido impossível. Este reconhecimento foi chamado de "princípio antrópico", querendo dizer que se não fosse exatamente assim, não estaríamos aqui para fazer a pergunta. Paul Davies, atualmente professor de filosofia natural no multidisciplinar Centro de Astrobiologia da Universidade Macquarie, argumenta veementemente sobre a base de que o universo é "bioamigável". Mas será esta situação uma questão de acaso ou de desígnio?

A esta altura, inevitavelmente deixamos o domínio da ciência baseada na evidência e entramos no mundo da religião e da metafísica. Aqui encontramos, por exemplo, a conversa de um Deus Criador como no Cristianismo ou a manifestação periódica e a reabsorção dos mundos em Brahma como no Hinduísmo. Contudo, existem também cientistas que, elevando-se a partir de sua busca científica, buscam uma realidade fundamental mais profunda. Exemplos são Wolfgang Pauli que abraçou o misticismo, Erwin Schödinger que escreveu WhatisLife? e que abraçou o Vedanta hindu, e David Bohm que afirmou a natureza fundamental da consciência. Todos os três eram físicos quânticos.

Einstein fez a pergunta: "Deus teve alguma opção quando criou o universo?" Quando lhe perguntaram se acreditava em Deus, ele disse que acreditava noDeus de Spinoza "que considerava toda a Natureza como sendo uma". Spinoza considerava o universo e Deus como um, e ambos existindo eterna e necessariamente. Esses pontos de vista estão consoantes com a "filosofia perene" (que inspirou a apresentação que H.P.Blavatskyfez da Teosofia). Esta tradição coloca vida, mente e matéria como entidades universais fundamentais. Platão, por exemplo, considerava o universo como produto tanto do acaso quanto da necessidade, onde consciência e propósito eram primários. A existência de padrão, propósito e desígnio ao longo de todo o universo é o consenso das tradições espirituais do mundo. Alguns dos mais avançados pensamentos científicos parecem coincidir com esta visão.

O cosmólogoGeorge Smoot, responsável pela grande equipe que operava o satélite CosmicBackground Explorer que descobriu as diminutas flutuações iniciais das quais surgiram todas as estruturas no universo, diz o seguinte: "Já que estudamos o universo como um todo, compreendemos que o "microcosmos" e o "macrocosmo" são, de modo crescente, o mesmo tema. Cada vez mais, o universo parece ser como é, porque deve ser assim, sua evolução está escrita desde seu início – em seu DNA cósmico. Embora eventos individuais aconteçam como uma questão de acaso, existe uma inevitabilidade geral para o desenvolvimento de sistemas complexos e sofisticados. O desenvolvimento de seres capazes de questionar ecompreender o universo parece bastante natural. Eu ficaria bem surpresose tais inteligências não tivessem surgido em muitos lugares em nosso imenso universo".

Texto retirado da Revista Sophia edição 45

Artigos - Revista Sophia / Universo: Acaso ou Desígnio


 
 
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