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Artigos - Revista Sophia

Por Que repetir os mesmos erros?

Tim Boyd

Recentemente descobri que estava a me questionar. O âmago da pergunta era algo como, "Porque continuamos a repetir esses mesmos erros?" ou "Quando finalmente aprenderemos?" ou, nas famosas palavras do falecido Rodney King? "Por que não conseguimos progredir?" O catalisador para esta linha de pensamento não é algum evento recente ou algum desalento sobre a condição do mundo. É apenas uma daquelas perguntas persistentes que reemergem de tempos em tempos. Peguemos um dia, qualquer dia; olhemos à nossa volta e vejamos se não é uma pergunta que vale a pena ser feita. Quer sejam as notícias do mundo, o escritório, ou o lar, se de fato olhamos para a situação, vemos que existe trabalho a ser feito.

Qualquer pai ou mãe que tenha filho pequeno pode dizer que essa linha de inquirição do "por que" é desafiadora. Se se persiste nela, ela tem um jeito de nos levar à porta do desconhecido. Por que o céu é azul? Porque as moléculas da atmosfera da terra dispersam as ondas azuis mais do que o restante do espectro. Por que as moléculas dispersam as ondas azuis mais do que o restante do espectro?Por que é a natureza do oxigênio e do nitrogênio absorver as outras ondas. Por que é a natureza do oxigênio e do hidrogênio absorver as outras ondas? Porque . . . Tudo isso leva a uma ou duas respostas últimas, ou "Eu não sei" ou "Foi deus quem fez assim, e não me faça mais perguntas!"

Tal como acontece com muitas coisas, talvez não sejam as respostas específicas que são valiosas, mas o processo de exploração e abertura que surge como questionamento. O fato de que qualquer pergunta, diligentemente perseguida, deve naturalmente exceder nossa capacidade intelectual de apreensão não nos deve deter. Nas palavras do poeta Robert Browning, "O alcance de um homem deve ir além de onde seu braço alcança, ou para que servirá o céu?" A nossa busca pelo conhecimento começa com uma suposição – de que é possível conhecer. Realmente, é mais profundo do que uma mera suposição. Em algum lugar dentro de nós existe uma percepção intuitiva, incontestável, de que todo o conhecimento está disponível para nós.

Não faz muito tempo, enquanto limpava ao redor da minha casa algo caiu no meu olho. Fiz tudo que pude para desalojá-lo. Não tinha ideia do que era, mas sabia que era grande. Honestamente, eu sentia como se um pedregulho se tivesse alojado no meu olho. Depois de um dia e uma noite de constante desconforto fui ao oftalmologista. Sentei-me em sua cadeira, ele colocou o foco de luz no meu olho, virou a pálpebra para trás, e removeu o objeto ofensor. O senso de alívio foi imediato. Durante as vinte e quatro horas precedentes eu tinha executado minhas tarefas normais, feito o melhor que pude para lhes dar a atenção devida, mas o tempo todo meus pensamentos estavam centrados no desconforto pulsante no meu olho. Quando pedi ao médico para me mostrar a partícula, fiquei atônito com o tamanho. Não era maior do que o ponto no final desta oração.

Posteriormente quando pensei a respeito, toda a coisa pareceu-me incongruente. A partícula, que quase precisava de uma lupa para ser vista, algo talvez um milionésimos do tamanho do meu corpo, tinhatomado totalmente o campo da minha atenção. O desconforto físico exigido fixou minha atenção, primeiramente na dor, e depois do modo como me livrar dela. Idealmente, eu estava buscando uma cura, mas a curto prazo teria feito qualquer coisa para diminuir a dor ou para desviar minha atenção do sofrimento.

Quando o SenhorBuda despertou e ensinou pela primeira vez, a primeira de suas Quatro Nobres Verdades foi a verdade do sofrimento. Era uma expressão do fato de que viver no reino de corpo, emoção e mente necessariamente envolve sofrimento em muitos níveis, das dores físicas mais grosseiras à percepção sutil, penetrante de que nada é constante ou seguro. Durante sua vida muitas vezes ele se referiu a si mesmo como médico, dizendo que seu trabalho era prescrever uma cura para a maioria dos males humanos básicos. De inúmeras maneiras ele notou que nossos métodos para nos afastarmos do sofrimento ou diminuir nossa sensibilidade a ele não apenas eram improdutivos, mas assegurou que a condição básica continuaria e até mesmo cresceria.

Alguma familiaridade com os ensinamentos da sabedoria perene dá um senso de como poderemos abordar o problema. Eles descrevemo processo por meio do qual todas as coisas vêm à existência. Dito simplesmente, existe Espírito, a Vida Una, que se veste de camadas cada vez mais densas de "matéria", cada camada sucessiva servindo como veículo para a expressão da camada prévia, menos material. Somos compostos de tudo, do espírito mais elevado à matéria mais grosseira. Aquilo que descrevemos como nossas personalidades – a combinação de atributos físico, emocional, e mental – são os veículos mais densos do espírito oculto. Uma variedade de termos tem sido usada para identificar esses diferentes veículos de consciência – koshas,princípios, planos, campos, e até mesmo "corpos". Na terminologia teosófica temos a progressão atma, buddhi, manas. A ideia principal é que este processo tem seu princípio e fim no Espírito – na Vida Una.

Assim, porque não conseguimos progredir? Uma das razões foi expressa de diversas maneiras pelas tradições espirituais. Foi também expressa na sabedoria dos ditados populares. Um desses ditados é "quem não chora não mama" – isto é, a voz mais alta será ouvida e atendida. No nosso caso, essa voz é o clamor dos desejos e pensamentos constantemente pedindo para serem ouvidos e satisfeitos. O termo técnico usado para designar essa dimensão da consciência humana é kama-manas– a mente do desejo. Muito embora as dimensões mais poderosas de nosso ser estejam fora dessa estreita faixa de consciência, estamos habituados a servir às vontades dessa mente desejosa, que, por sua própria natureza, continuamente nos coloca em conflito com inúmeras outras pessoas cujos diferente desejos parecem competir com os nossos.

H.P. Blavatsky, n’ADoutrina Secreta, coloca o dedo no problema e sua solução.

Em qualquer que seja o plano que nossa consciência esteja atuando, tanto nós quanto as coisas pertencentes a esse plano somos, sob as condições do momento, as únicas realidades. À medida que crescemos na escala de desenvolvimento percebemos que durante os estágios através dos quais passamos confundíamosas sombras com a realidade, e o progresso ascendente do Ego é uma série de despertares progressivos, cada avanço trazendo consigo a ideia de que agora, finalmente, alcançamos a "realidade": mas somente quando tivermos alcançado a Consciência Absoluta, e nela fundido a nossa própria consciência, estaremos livres das ilusões produzidas por Maya [ilusão].

Conheci pessoas que viviam em grandes cidades e que jamais saíram de sua vizinhança, jamais viajaram até o centro da cidade. Conheci também pessoas que viajaram ao redor do mundo, mas que jamais conheceram ou conversaram com as pessoas que sustentavam seus luxuosos estilos de vida, aqueles a quem veem como serviçais– cozinheiros, garçons, mensageiros de hotel, motoristas, fazendeiros.Tantoem nossa vida externa quanto na interna tendemos a sofrer de falta de exposição. Muitas vezes contentamo-nos em encontrar conforto na familiaridade de nossa condição atual em vez de arriscar o desconhecido.

Um raio de esperança para todos nós é encontrado num fato simples. Quando ficar claro que é demasiado o sofrimento que experienciamos e o sofrimento colateral que causamos pelo nosso estúpido modo de viver, decidiremos que para nós basta. Nas palavras da ativista de direitos civis Fannie Lou Hamer, "Durante toda a minha vida estive doente e cansada, mas agora estou doente e cansada de estar doente e cansada". A condição extrema de nosso desconforto leva-nos a descobrir um caminho melhor. Quando essa compreensão finalmente surge em nós, embarcamos na grande experiência da autotransformação. É então que respondemos aos ensinamentos da sabedoria e começamos a nos familiarizar com dimensões mais profundas de nosso próprio ser. Estudamos o que tem sido dito a respeito dessas camadas mais profundas. Aquietamo-nos primeiramente para abordá-las, depois para imergirmos no "campo" que Rumi descreveu como "além das ideias de malefício e benefício". Gradualmente podemos estabelecer um "normal novo" para nós mesmo, um estado que não mais exige conflito e competição para que nos sintamos vivos. Essa possibilidade é algo que está disponível para nós a qualquer momento. Em nossos momentos de quietude, quando estamos sós e silentes, podemos às vezes senti-la.Como escreve Dane Rudhyar em seu livro Occult Preparations for a New Age:

O Oceano de Infinita Potencialidade circunda-nos; nele vivemos, nos movemos e temos nosso ser, mas a maioria de nós se recusa a sentir, se recusa a ver, e assim estamos envolvidos em nossa agitação frenética, em nosso medo, em nossa concentração masoquista sobre quanto sofremos. Esse sofrimento é vão e exige repetição interminável. Devemos estar aquietados, e "sentir" o som insonoro das vastas marés do espírito fustigando as praias de nossa consciência, ou talvez batendo nas rochas cheias de mossas de nosso orgulho e de nossa avidez. Devemos voltar nossa consciência para esse mar interior e tentar sentir o fim de um ciclo de experiência pacificamente transformando-se no início ainda impreciso e desfocado de um novo ciclo. Devemos ousar convocar a potencialidade de um início essencialmente novo e, para nós, sem precedente.

Texto retirado da Revista Sophia edição 46

Artigos - Revista Sophia / Por Que repetir os mesmos erros?


 
 
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